Questão 49
CFS 1-
A)
1.080
-
B)
1.800
-
C)
10.800
-
D)
18.000
Ver gabarito comentado
Gabarito: alternativa C
119 questões da prova da EEAR de 2020 resolvidas: leia o enunciado, tente responder e abra o gabarito comentado de cada uma.
Gabarito: alternativa C
Gabarito: alternativa C
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa D
Marina Colasanti
1Preparavam-se aqueles jovens estudiosos para a vida adulta, acompanhando um sábio e ouvindo seus ensinamentos.
Porém, como fizessse cada dia mais frio com o adiantar-se do outono, dele se aproximaram e perguntaram:
5– Senhor, como devemos vestir-nos?
– Vistam-se como os campos - respondeu o sábio.
Os jovens então subiram a uma colina e durante dias olharam para os campos. Depois dirigiram-se à cidade, onde compraram tecidos de muitas cores e fios de muitas fibras.
10Levando cestas carregadas, voltaram para junto do sábio.
Sob o seu olhar, abriram os rolos das sedas, desdobraram as peças de damasco e cortaram quadrados de veludo, e os emendaram com retângulos de cetim. Aos poucos, foram criando, em longas vestes, os campos arados, o vivo verde dos 15campos em primavera, o pintalgado da germinação. E entremearam fios de ouro no amarelo dos trigais, fios de prata no alagado das chuvas, até chegarem ao branco brilhante da neve. As vestes suntuosas estendiam-se como mantos. O sábio nada disse.
20Só um jovem pequenino não havia feito sua roupa.
Esperava que o algodão estivesse em flor, para colhê-lo. E quando teve os tufos, os fiou. E quando teve os fios, os teceu.
Depois vestiu sua roupa branca e foi para o campo trabalhar.
Arou e plantou. Muitas e muitas vezes sujou-se de terra. E 25manchou-se do sumo das frutas e da seiva das plantas. A roupa já não era branca, embora ele a lavasse no regato.
Plantou e colheu. A roupa rasgou-se, o tecido puiu-se. O jovem pequenino emendou os rasgões com fios de lã, costurou remendos onde o pano cedia. E quando a neve veio, prendeu 30em sua roupa mangas mais grossas para se aquecer.
Agora a roupa do jovem pequeno era de tantos pedaços, que ninguém poderia dizer como havia começado. E estando ele lá fora uma manhã, com os pés afundados na terra para receber a primavera, um pássaro o confundiu com o campo e 35veio pousar no seu ombro. Ciscou de leve entre os fios, sacudiu as penas. Depois levantou a cabeça e começou a cantar.
Ao longe, o sábio, que tudo olhava, sorriu.
Colasanti, M. Mais de 100 histórias maravilhosas - 1.ed. –São Paulo: Global, 2015.
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa A
Marina Colasanti
1Preparavam-se aqueles jovens estudiosos para a vida adulta, acompanhando um sábio e ouvindo seus ensinamentos.
Porém, como fizessse cada dia mais frio com o adiantar-se do outono, dele se aproximaram e perguntaram:
5– Senhor, como devemos vestir-nos?
– Vistam-se como os campos - respondeu o sábio.
Os jovens então subiram a uma colina e durante dias olharam para os campos. Depois dirigiram-se à cidade, onde compraram tecidos de muitas cores e fios de muitas fibras.
10Levando cestas carregadas, voltaram para junto do sábio.
Sob o seu olhar, abriram os rolos das sedas, desdobraram as peças de damasco e cortaram quadrados de veludo, e os emendaram com retângulos de cetim. Aos poucos, foram criando, em longas vestes, os campos arados, o vivo verde dos 15campos em primavera, o pintalgado da germinação. E entremearam fios de ouro no amarelo dos trigais, fios de prata no alagado das chuvas, até chegarem ao branco brilhante da neve. As vestes suntuosas estendiam-se como mantos. O sábio nada disse.
20Só um jovem pequenino não havia feito sua roupa.
Esperava que o algodão estivesse em flor, para colhê-lo. E quando teve os tufos, os fiou. E quando teve os fios, os teceu.
Depois vestiu sua roupa branca e foi para o campo trabalhar.
Arou e plantou. Muitas e muitas vezes sujou-se de terra. E 25manchou-se do sumo das frutas e da seiva das plantas. A roupa já não era branca, embora ele a lavasse no regato.
Plantou e colheu. A roupa rasgou-se, o tecido puiu-se. O jovem pequenino emendou os rasgões com fios de lã, costurou remendos onde o pano cedia. E quando a neve veio, prendeu 30em sua roupa mangas mais grossas para se aquecer.
Agora a roupa do jovem pequeno era de tantos pedaços, que ninguém poderia dizer como havia começado. E estando ele lá fora uma manhã, com os pés afundados na terra para receber a primavera, um pássaro o confundiu com o campo e 35veio pousar no seu ombro. Ciscou de leve entre os fios, sacudiu as penas. Depois levantou a cabeça e começou a cantar.
Ao longe, o sábio, que tudo olhava, sorriu.
Colasanti, M. Mais de 100 histórias maravilhosas - 1.ed. –São Paulo: Global, 2015.
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa C
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa C
Gabarito: alternativa C
Marina Colasanti
1Preparavam-se aqueles jovens estudiosos para a vida adulta, acompanhando um sábio e ouvindo seus ensinamentos.
Porém, como fizessse cada dia mais frio com o adiantar-se do outono, dele se aproximaram e perguntaram:
5– Senhor, como devemos vestir-nos?
– Vistam-se como os campos - respondeu o sábio.
Os jovens então subiram a uma colina e durante dias olharam para os campos. Depois dirigiram-se à cidade, onde compraram tecidos de muitas cores e fios de muitas fibras.
10Levando cestas carregadas, voltaram para junto do sábio.
Sob o seu olhar, abriram os rolos das sedas, desdobraram as peças de damasco e cortaram quadrados de veludo, e os emendaram com retângulos de cetim. Aos poucos, foram criando, em longas vestes, os campos arados, o vivo verde dos 15campos em primavera, o pintalgado da germinação. E entremearam fios de ouro no amarelo dos trigais, fios de prata no alagado das chuvas, até chegarem ao branco brilhante da neve. As vestes suntuosas estendiam-se como mantos. O sábio nada disse.
20Só um jovem pequenino não havia feito sua roupa.
Esperava que o algodão estivesse em flor, para colhê-lo. E quando teve os tufos, os fiou. E quando teve os fios, os teceu.
Depois vestiu sua roupa branca e foi para o campo trabalhar.
Arou e plantou. Muitas e muitas vezes sujou-se de terra. E 25manchou-se do sumo das frutas e da seiva das plantas. A roupa já não era branca, embora ele a lavasse no regato.
Plantou e colheu. A roupa rasgou-se, o tecido puiu-se. O jovem pequenino emendou os rasgões com fios de lã, costurou remendos onde o pano cedia. E quando a neve veio, prendeu 30em sua roupa mangas mais grossas para se aquecer.
Agora a roupa do jovem pequeno era de tantos pedaços, que ninguém poderia dizer como havia começado. E estando ele lá fora uma manhã, com os pés afundados na terra para receber a primavera, um pássaro o confundiu com o campo e 35veio pousar no seu ombro. Ciscou de leve entre os fios, sacudiu as penas. Depois levantou a cabeça e começou a cantar.
Ao longe, o sábio, que tudo olhava, sorriu.
Colasanti, M. Mais de 100 histórias maravilhosas - 1.ed. –São Paulo: Global, 2015.
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa C
Gabarito: alternativa B
Marina Colasanti
1Preparavam-se aqueles jovens estudiosos para a vida adulta, acompanhando um sábio e ouvindo seus ensinamentos.
Porém, como fizessse cada dia mais frio com o adiantar-se do outono, dele se aproximaram e perguntaram:
5– Senhor, como devemos vestir-nos?
– Vistam-se como os campos - respondeu o sábio.
Os jovens então subiram a uma colina e durante dias olharam para os campos. Depois dirigiram-se à cidade, onde compraram tecidos de muitas cores e fios de muitas fibras.
10Levando cestas carregadas, voltaram para junto do sábio.
Sob o seu olhar, abriram os rolos das sedas, desdobraram as peças de damasco e cortaram quadrados de veludo, e os emendaram com retângulos de cetim. Aos poucos, foram criando, em longas vestes, os campos arados, o vivo verde dos 15campos em primavera, o pintalgado da germinação. E entremearam fios de ouro no amarelo dos trigais, fios de prata no alagado das chuvas, até chegarem ao branco brilhante da neve. As vestes suntuosas estendiam-se como mantos. O sábio nada disse.
20Só um jovem pequenino não havia feito sua roupa.
Esperava que o algodão estivesse em flor, para colhê-lo. E quando teve os tufos, os fiou. E quando teve os fios, os teceu.
Depois vestiu sua roupa branca e foi para o campo trabalhar.
Arou e plantou. Muitas e muitas vezes sujou-se de terra. E 25manchou-se do sumo das frutas e da seiva das plantas. A roupa já não era branca, embora ele a lavasse no regato.
Plantou e colheu. A roupa rasgou-se, o tecido puiu-se. O jovem pequenino emendou os rasgões com fios de lã, costurou remendos onde o pano cedia. E quando a neve veio, prendeu 30em sua roupa mangas mais grossas para se aquecer.
Agora a roupa do jovem pequeno era de tantos pedaços, que ninguém poderia dizer como havia começado. E estando ele lá fora uma manhã, com os pés afundados na terra para receber a primavera, um pássaro o confundiu com o campo e 35veio pousar no seu ombro. Ciscou de leve entre os fios, sacudiu as penas. Depois levantou a cabeça e começou a cantar.
Ao longe, o sábio, que tudo olhava, sorriu.
Colasanti, M. Mais de 100 histórias maravilhosas - 1.ed. –São Paulo: Global, 2015.
Gabarito: alternativa C
Gabarito: alternativa D
Marina Colasanti
1Preparavam-se aqueles jovens estudiosos para a vida adulta, acompanhando um sábio e ouvindo seus ensinamentos.
Porém, como fizessse cada dia mais frio com o adiantar-se do outono, dele se aproximaram e perguntaram:
5– Senhor, como devemos vestir-nos?
– Vistam-se como os campos - respondeu o sábio.
Os jovens então subiram a uma colina e durante dias olharam para os campos. Depois dirigiram-se à cidade, onde compraram tecidos de muitas cores e fios de muitas fibras.
10Levando cestas carregadas, voltaram para junto do sábio.
Sob o seu olhar, abriram os rolos das sedas, desdobraram as peças de damasco e cortaram quadrados de veludo, e os emendaram com retângulos de cetim. Aos poucos, foram criando, em longas vestes, os campos arados, o vivo verde dos 15campos em primavera, o pintalgado da germinação. E entremearam fios de ouro no amarelo dos trigais, fios de prata no alagado das chuvas, até chegarem ao branco brilhante da neve. As vestes suntuosas estendiam-se como mantos. O sábio nada disse.
20Só um jovem pequenino não havia feito sua roupa.
Esperava que o algodão estivesse em flor, para colhê-lo. E quando teve os tufos, os fiou. E quando teve os fios, os teceu.
Depois vestiu sua roupa branca e foi para o campo trabalhar.
Arou e plantou. Muitas e muitas vezes sujou-se de terra. E 25manchou-se do sumo das frutas e da seiva das plantas. A roupa já não era branca, embora ele a lavasse no regato.
Plantou e colheu. A roupa rasgou-se, o tecido puiu-se. O jovem pequenino emendou os rasgões com fios de lã, costurou remendos onde o pano cedia. E quando a neve veio, prendeu 30em sua roupa mangas mais grossas para se aquecer.
Agora a roupa do jovem pequeno era de tantos pedaços, que ninguém poderia dizer como havia começado. E estando ele lá fora uma manhã, com os pés afundados na terra para receber a primavera, um pássaro o confundiu com o campo e 35veio pousar no seu ombro. Ciscou de leve entre os fios, sacudiu as penas. Depois levantou a cabeça e começou a cantar.
Ao longe, o sábio, que tudo olhava, sorriu.
Colasanti, M. Mais de 100 histórias maravilhosas - 1.ed. –São Paulo: Global, 2015.
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa A
Clarice Lispector
1De repente os olhos bem abertos. E a escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo a luz da cabeceira e para o meu desespero são duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida. Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa 5telefonar às duas da noite e que não me maldiga. Quem?
Quem sofre de insônia? E as horas não passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por cima com um desses horríveis substitutos do açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida, dietista, acha que preciso perder os quatro quilos que 10aumentei com a superalimentação depois do incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala? Pensa-se uma escuridão clara.
Não, não se pensa. Sente-se. Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas.
15Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora?
E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo.
20Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente acordar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão.
Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia.
E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me 25interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico.
E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta.
Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca 30do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.
Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Gabarito: alternativa C
Gabarito: alternativa C
Gabarito: alternativa B
Clarice Lispector
1De repente os olhos bem abertos. E a escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo a luz da cabeceira e para o meu desespero são duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida. Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa 5telefonar às duas da noite e que não me maldiga. Quem?
Quem sofre de insônia? E as horas não passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por cima com um desses horríveis substitutos do açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida, dietista, acha que preciso perder os quatro quilos que 10aumentei com a superalimentação depois do incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala? Pensa-se uma escuridão clara.
Não, não se pensa. Sente-se. Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas.
15Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora?
E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo.
20Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente acordar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão.
Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia.
E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me 25interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico.
E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta.
Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca 30do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.
Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa B
Clarice Lispector
1De repente os olhos bem abertos. E a escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo a luz da cabeceira e para o meu desespero são duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida. Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa 5telefonar às duas da noite e que não me maldiga. Quem?
Quem sofre de insônia? E as horas não passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por cima com um desses horríveis substitutos do açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida, dietista, acha que preciso perder os quatro quilos que 10aumentei com a superalimentação depois do incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala? Pensa-se uma escuridão clara.
Não, não se pensa. Sente-se. Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas.
15Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora?
E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo.
20Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente acordar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão.
Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia.
E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me 25interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico.
E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta.
Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca 30do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.
Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa C
Clarice Lispector
1De repente os olhos bem abertos. E a escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo a luz da cabeceira e para o meu desespero são duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida. Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa 5telefonar às duas da noite e que não me maldiga. Quem?
Quem sofre de insônia? E as horas não passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por cima com um desses horríveis substitutos do açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida, dietista, acha que preciso perder os quatro quilos que 10aumentei com a superalimentação depois do incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala? Pensa-se uma escuridão clara.
Não, não se pensa. Sente-se. Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas.
15Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora?
E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo.
20Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente acordar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão.
Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia.
E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me 25interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico.
E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta.
Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca 30do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.
Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa B
Clarice Lispector
1De repente os olhos bem abertos. E a escuridão toda escura. Deve ser noite alta. Acendo a luz da cabeceira e para o meu desespero são duas horas da noite. E a cabeça clara e lúcida. Ainda arranjarei alguém igual a quem eu possa 5telefonar às duas da noite e que não me maldiga. Quem?
Quem sofre de insônia? E as horas não passam. Saio da cama, tomo café. E ainda por cima com um desses horríveis substitutos do açúcar porque Dr. José Carlos Cabral de Almeida, dietista, acha que preciso perder os quatro quilos que 10aumentei com a superalimentação depois do incêndio. E o que se passa na luz acesa da sala? Pensa-se uma escuridão clara.
Não, não se pensa. Sente-se. Sente-se uma coisa que só tem um nome: solidão. Ler? Jamais. Escrever? Jamais. Passa-se um tempo, olha-se o relógio, quem sabe são cinco horas.
15Nem quatro chegaram. Quem estará acordado agora?
E nem posso pedir que me telefonem no meio da noite pois posso estar dormindo e não perdoar. Tomar uma pílula para dormir? Mas e o vício que nos espreita? Ninguém me perdoaria o vício. Então fico sentada na sala, sentindo.
20Sentindo o quê? O nada. E o telefone à mão.
Mas quantas vezes a insônia é um dom. De repente acordar no meio da noite e ter essa coisa rara: solidão.
Quase nenhum ruído. Só o das ondas do mar batendo na praia.
E tomo café com gosto, toda sozinha no mundo. Ninguém me 25interrompe o nada. É um nada a um tempo vazio e rico.
E o telefone mudo, sem aquele toque súbito que sobressalta.
Depois vai amanhecendo. As nuvens se clareando sob um sol às vezes pálido como uma lua, às vezes de fogo puro. Vou ao terraço e sou talvez a primeira do dia a ver a espuma branca 30do mar. O mar é meu, o sol é meu, a terra é minha. E sinto-me feliz por nada, por tudo. Até que, como o sol subindo, a casa vai acordando e há o reencontro com meus filhos sonolentos.
Clarice Lispector, no livro “A descoberta do mundo”. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa C
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa B
R.Jordania Roller skating used to be strictly for children. Nowadays, with the new neoprene wheels and frictionless ballbearings, rollerskating has become popular with people with of all ages and all social classes.
Not only do people skate, they also dance on roller skates – ______ the term roller-disco.
To cater to the new fad, many indoor roller – disco rinks are opening all over the country. There people can dance on roller skates ______ in winter when there is snow and ice on the ground.
Life in the USA.
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa D
A group of teenagers is standing outside a shop in Manchester, England. Many of _____ have cameras and are looking in the shop window. ____ want to see the movie star Daniel Radcliffe. A man in the shop looks like Radcliffe, but ______ isn’t the famous actor.
He’s Andrew Walker - a twenty-two-year old shop clerk.
Walker isn’t surprised by the teenagers. People often stop _____ on the street and want to take his picture. Walkeris a clerk, but he also makes money as Daniel’s double. Today, many companies work with celebrity doubles. They look like famous athletes, pop singers, and actors. The companies pay doubles to go to parties and business meetings. Doubles are also on TV and in newspapers ads.
Why do people want to look like a celebrity? One double in the USA says, “I can make good money. I also make a lot of people happy”.
Adapted from World Link - Developing English Fluency
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa D
US authorities are investigating the Friday night crash of a Horizon Air Q400 aircraft near Seattle-Tacoma airport in Washington state after an airline employee took off without clearance and flew the plane for about an hour before it crashed.
Two F-15 military fighter jets went up into the air in order to intercept the stolen airliner, and the airport closed for a short time.
There were no passengers on board except the person who was operating the plane. It is believed that he is Richard Russel, a 29 year old local man who worked for the airline. Some media images showed the aircraft doing complicated and dangerous flying before crash. In an audio recording a conversation with an air traffic controller, the person piloting the aircraft said he was a “broken guy”.
Adapted from news.airwise.com/story/airline...
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa B
Ben Graham
Shocked passengers watched as doctors and cabin crew tried to save the life of a critically ill passenger on a Qantas flight to Sidney on Friday.
A Qantas spokeswoman confirmed that the passenger ________ received tratment during the medical emergency couldn’t survive.
The flight from London, via Singapore, was forced to land in Adelaide because of the incident. No passengers got off the flight while it was in Adelaide.
A witness on board told that everything started with a cabin announcement asking for any doctors on board. There were two passengers with medical training, but nothing could be done to save the passenger. The crew did everything they could, including performing CPR with a doctor on board, but unfortunately the passenger has passed away.
Adapted from nypost.com
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa A
The word tip comes from an old English slang. Americans usually tip people in places like restaurants, airports, hotels, and hair salons.
People who work in these places often get paid low wages.
A tip shows that the customer is pleased with service.
Sometimes it’s hard to know how much to tip. The size of the tip usually depends on the service. People such as parking valets or bellshops usually get (small) _____________ tips.
The tip for people such as taxi drivers and waiters or waitresses is usually (large) _____________.
When you’re not sure about how much to tip, do what feels right. You don’t have to tip for bad services. And you can give a (big) _____________ tip for a very good service.
Remember, though, your behavior is (important) _____________ than your money. Always treat service providers with respect.
Adapted from Interchange
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa C
Gabarito: alternativa C
The word tip comes from an old English slang. Americans usually tip people in places like restaurants, airports, hotels, and hair salons.
People who work in these places often get paid low wages.
A tip shows that the customer is pleased with service.
Sometimes it’s hard to know how much to tip. The size of the tip usually depends on the service. People such as parking valets or bellshops usually get (small) _____________ tips.
The tip for people such as taxi drivers and waiters or waitresses is usually (large) _____________.
When you’re not sure about how much to tip, do what feels right. You don’t have to tip for bad services. And you can give a (big) _____________ tip for a very good service.
Remember, though, your behavior is (important) _____________ than your money. Always treat service providers with respect.
Adapted from Interchange
Gabarito: alternativa C
More than 200,000 people ___________ evacuated as a typhoon made landfall on China’s east coast, state media say.
Typhoon Yagi hit China’s Zhejiang province shortly before midnight on Sunday packing winds of up to 102km/h, the official Xinhua news agency reports, citing provincial flood control headquarters.
A total of 204,949 people in 10 cities, including Taizhou, Zhoushan, and Wenzhou, have been evacuated and almost 21,000 fishing boats called back to port, it said.
The storm will also bring heavy rain and will gradually weaken as it moves slowly inland to the northwest, Xinhua said.
Summer is China’s typhoon season, although casualties ____________ minimised in recent years by early government planning and evacuations from potencial danger zones.
Adapted from www.news.com.
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa A
R. Jordania In american cities, teenagers like to spend time together – “hang out”, as they say – at drugstore, luncheonettes, or ice cream parlors.
Often, they don’t even meet inside, but gather on the sidewalk in front of the store. From time to time they go in for coffee, milk, ice cream. They also like to play the pinball machines.
Most parents disapprove of their children’s “hanging out” that way. They consider it a waste of time, which could be better used doing homework, working at a part-time job, or helping in the house.
Adapted from life in the USA.
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa A
The legislation follows a year-on-year increase in drone incidents.
Joana Whitehead New laws introduced today will restrict all drones from flying above 400 feet or within one kilometer of airport boundaries. The legislation follows a year-on-year increase of drones incidents with aircraft, with 93 reported in 2017. The measures are hoped to reduce the possibility of damage to windows and engines of planes and helicopters.
Further laws will require owners of drones weighing 250 grams or more to register with the Civil Aviation Authority (CAA). The majority of drones users considered it is vital for drone pilots to adhere to the rules and guidelines of the CAA, a set of rules introduced to promote safe and responsible drone use.
Drones are here to stay, not only as a recriational pastime, but as a vital tool in many industries – from agriculture to blue-light services – so incresing public trust through safe drone flying is crucial.
Adapted from www.independent.co.uk
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa B
David K. Li Some of the most prized, centuries-old relics of France and Christianity survived the devastating Notre Dame Cathedral fire that almost wiped out the cherished Paris landmark.
According to Culture Minister Frank Riester the “most precious treasures” were largely spared. Many of the works will be stored at Paris’ City Hall and the Louvre, where they will be examined, treated for damage and protected.
Monday’s fire almost destroyed the entire cathedral, wich has stood in Paris and survived nearly 900 years of tumultuous French history.
So far, authorities have said blaze appears to be an accident, possibly connected to a renovation project carried out by five companies.
The fire was finally extinguished after nine hours of work.
http://www.nbcnews.com.
Gabarito: alternativa C
They arrived at the court in plenty of time and went straight to the robing room. It was crowded with solicitors and counsil.
Adapted from Reading for Meaning
Gabarito: alternativa D
Asthma is a serious medical condition because it is lifelong; there is no cure. A study says that pollution from traffic connects to 4 millions new cases of asthma in children each year.
Researchers studied the pollution and how it affects children’s health in 194 countries and 125 large cities.
This is not the first study to make this clame, but the study’s main author says that it gives a comprehensive idea of the problem. She says that it tells where pollution “hot spots” are.
Some people think rules for pollution need to change and that we need to have cleaner transportation. The author also said that there are other pollutants in the world causing deseases, such as lung cancer, strokes, heart disease and developmental issues.
http://www.newsin level.com.
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa C
The plane, the pilot and the mechanic.
Whereas, several test pilots might fly the prototype, each prototype is enrusted to only one mechanic. For him, I’m the pilot who is going to fly “his” plane and furnish him with the proof that the work he has lovingly and conscientiously put it on it all day, and sometimes all night, has not been in vain. The relation between the pilot, the plane and the mechanic are at once very simple – basic, obviously – and very complex when it comes to putting them into words. For the mechanic, the plane is a kind of Sleeping Beauty, and he takes care of her and coddles her while she is asleep. As soon as she wakes up, she passes into the hands of the pilots, but he only knows the plane when it is “alive”, when it is flying and functioning. The moment the plane takes off for a test, the mechanic loses sight of it, but he follows it, he feels it, he is bound to it by a kind of sixth sense, or to put it better, by an invisible umbilical cord.
Adapted from Read for Meaning.
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa C
It was the small hours of the morning, when we reached London Airport. I had cabled London (England) from Amsterdam (Holland), and there was a hired car to meet me, but there was one more contretemps before I reached the haven of my flat. In all my travels I have never, but for that once, been required by carried by the British Customs to open a single bag or to do more than state that I carried no goods liable to duty. It was, of course, my fault; the extreme fatigue and nervous tension of the journey had destroyed my diplomacy. I was, for whichever reason, so tired that I could hardly stand and to the proffered pro forma and the question, ‘have you read this?’ I replied, with extreme testiness and foolishness, ‘Yes-hundreds of times’.
Adapted from Read for Meaning.
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa B
One fall day, as you walk down the street, you might see ghosts, strange animals, and other weird things. What’s going on?
It’s probably October 31, or Halloween. Halloween is a day when people go out wearing costumes and colorful makeup.
People think that Halloween started in Ireland during the 400s. October 31 was the end of summer, and people believe that everyone who died during the year come back on that day.
To scare away the dead, people put on costumes and went out into the streets to make noise.
Different cultures have different ways of celebrating Halloween.
In the United States, it’s the night when children dress up in costumes and go to neighbors’ houses to “trick or treat”, or ask for candy. Some adults wear funny or scary costumes and go to parties or parades. Halloween has become a fun holiday for both adults and children.
Adapted from Interchange.
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa A
There was a time when no one knew the name Harry Potter.
Now the adventures of this extraordinary student at Hogwarts School of Witchcraft and Wizardry are read in over 45 languages, including Russian, Thai, and even ancient Greek. No one can explain the Harry Potter Phenomenon – not even J. K. Rowling, his creator.
J. K. Rowling was born in England in 1965. From a young age, she knew she wanted to be a writer. When she was 6, she wrote her first story – about a rabbit that gets sick. In 1990, on a trip to London, she got the idea for the boy wizard. She soon created a whole cast of unique characters to help Harry battle the forces of darkness. She kept working on the story while she was teaching English in Portugal. She finished the first book in the series, Harry Potter and the Sorcerer’s Stone, in 1995 and published it in 1997. Harry Potter and the Sorcerer’s Stone became an unexpected bestseller.
Adapted from Interchange.
H. P. = Harry Potter
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa D
Air crashes.
Anna Cardovillis, Kara fox and Dakin Andone Preliminary data recovered from the black boxes of the last week Ethiopian Airlines crash has revealed “similarities” to October ‘s fatal Lion Air crash.
Ethiopian Airlines flight 302 crashed March 10, six minutes after take off, killing all 157 people on board. It was the second disaster involving a new Boeing 737 Max 8 aircraft in less than six months. In October, all 189 people on board Lion Air Flight were killed in Indonesia, 13 minutes after take off. Similarities between the two incidents led aviation authorities around the world to banthe use of 737 Max 8s. Investigators suspect the Lion Air crash may have been caused by an angle of attack sensor on the outside of the plane that transmited incorrect data, which could have triggered the automated flight software that forced the plane’s nose down. The pilots first manually corrected an “automatic aircraft nose down two minutes after take off and performed the same procedure again and again before the plane hurtled into the Java Sea.
http://wwww.slashgear.com.
Gabarito: alternativa C
Gabarito: alternativa C
Iceberg ruptures in Patagonia raise alarm about global warming Fabian Andres Cambero Two new icebergs have broken off from the Grey Glacier in Chile’s Patagonia in recent weeks. Scientists have linked the increased frequency ice breaks to rising temperature. According to Ricardo Jana, researcher and member of the climate change area of the Chilean Antartic Institute (INACH) “In recent years temperature rises above the normal average and intense rainfall were registered with an increase in water level in the lake, factors that could explain the separation. Reseachers from universities in Germany and Brazil, together with experts from INACH and other local entities, have been studing the Grey Glacier since 2015.
http://independent.co.uk.
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa A
On 14 February 2019, Airbus announced their A380s have been cancelled, with production ending in 2021. After 12 years of shaky business and development, its closure didn’t come as a surprise. The dream is over for the world’ largest passenger airliner. Why was the king of the airliners forced to land so quikly? Here’s what happened: poor business planing finds itself at the heart of the A380’s downfall. Most of all A380’ eggs were put in a basket called Emirates, Airbus biggest buyer.
bigger isn’t always better. With a wingspan of almost 80 meters was difficult to guide the giant four-turbine around airports.
airbus failed to antecipate how consumer’s tastes in air travel would change over the years. Passengers nowadays prefer smaller airports, using direct routes to their destinations.
although a seating capacity of 800 may seem impressive at first, it is not easy to fill them up, even when you give discounts and make promotions.
Airbus A380’ closure perhaps teaches us all a lesson or two.
Dream big, but keep your feet on the ground.
Adapted from https://www.slashgerar.com.
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa C
Gabarito: alternativa D
Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa B
Gabarito: alternativa C
Gabarito: alternativa D
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Gabarito: alternativa A
Gabarito: alternativa C
Gabarito: alternativa C
Gabarito: alternativa A
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